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domingo, fevereiro 24

Cachaças: cuidado com algumas marcas

Cachaças: cuidado com algumas marcasDas dez marcas que testamos, cinco apresentaram uma substância nociva à saúde acima dos limites seguros.



O fato de termos encontrado o carbamato de etila, classificado como “provável agente cancerígeno”, em metade das marcas avaliadas não significa que você poderá ter câncer apenas por tomar uma dose de cachaça ou caipirinha. De qualquer forma, é melhor optar por uma marca com baixos teores da substância, já que estudos científicos em animais associam esta substância a um aumento da incidência de diversos tipos de tumores. 
O carbamato está presente em alimentos fermentados, como bebidas alcoólicas destiladas, e sua ingestão deve ser a menor possível. O valor aceitável estipulado no Brasil, mas que ainda não está em vigor, é de, no máximo, 150 μg/l (micrograma por litro). Em nossa análise, eliminamos cinco produtos por estarem acima desse limite. 
Rótulos das bebidas estão adequados:
Também avaliamos a rotulagem das marcas que estavam conformes quanto aos teores de carbamato de etila. Verificamos informações que a legislação exige e outras que consideramos importantes, como número do lote, data de fabricação, nome e endereço do fabricante, ingredientesregistro no Ministério da Agricultura, Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), grau alcoólico e alerta para que se evite o consumo excessivo de álcool. Todas as informações exigidas por lei constavam nos produtos. 
Quanto à graduação alcoólica, todas foram consideradas muito boas, já que não encontramos diferença entre o valor informado no rótulo e o que medimos em laboratório.

Fonte: ProTeste

quinta-feira, fevereiro 23

Dez Mil Anos de Pileques - A História da Bebida

Muito antes da era do bafômetro, o álcool era sagrado para a humanidade. E foi isso que fez o mundo ser o que é hoje.

De uns tempos para cá, a bebida alcoólica virou a grande vilã da sociedade. Vicia, engorda, causa acidentes de trânsito. No mundo moderno, o álcool é meio malvisto. Só que nossos antepassados não pensavam assim: todo mundo enchia a cara (em alguns casos, até as crianças), em quantidades chocantes para os padrões atuais – no século 19, as pessoas bebiam o dobro de hoje. Mais surpreendente ainda é descobrir que esse porre histórico teve um papel fundamental: ajudou a humanidade a superar epidemias, desbravar o planeta, construir impérios, vencer guerras, organizar sociedades democráticas e inventar tecnologias essenciais para o dia-a-dia de todo mundo. As pirâmides do Egito, as Grandes Navegações, os EUA, o feminismo, o leite em caixinha... sem bebida, essas coisas não existiriam (ou seriam muito diferentes). Afinal, o pileque é intrínseco ao ser humano: das frutinhas fermentadas que os primatas ingeriam aos últimos avanços da química orgânica – como o álcool que não dá ressaca –, a evolução e a birita andam de mãos dadas. Trocando as pernas, cambaleando e tropeçando de vez em quando. Mas sempre juntas.

quinta-feira, setembro 29

As cinco bebidas mais fortes do mundo

Ranking
Bebida mais forte do mundo tem 95% de álcool em sua composição

Já foi dito que o álcool é o líquido que mata os vivos e preserva os mortos. Por isso mesmo que muitos países no mundo têm leis severas em relação à graduação alcoólica de certas beberagens, incluindo o Brasil que não permite que sejam vendidas bebidas com teor acima de 60%. Mesmo assim, alguns fabricantes espalhados no planeta desafiam a legislação e até mesmo o bom senso e colocam no mercado verdadeiras poções que derrubariam o mais destemido beberrão. Confira abaixo as cinco mais fortes do planeta:


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